terça-feira, 29 de setembro de 2015

Dormindo longe é que se percebe o quanto faz falta aquele  “Bom dia, amor, hora de acordar!” com toda firmeza que a voz dela tem, ainda mais grave e rouca pela manhã. E ela jamais retrucaria, a abraçaria e num terno beijo pediria por teus carinhos, dos mais suaves e nada de segundas intenções até os mais sacanas (instigantes, logo cedo), é claro,  ela é daquelas que ao se apaixonar quer sempre um pouco mais de afeto, sacanagens e afins.

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