É carnaval e as energias se misturam, confundem, se fundem... da euforia a faíscas de amor, ao declínio d'uma angústia no peito às lágrimas insistentes em cair. Sou como a curva de um rio, água que passa deixando resíduos na encosta. Haja incensos e sabedoria para não se permitir ferir pelas grosserias alheias a sua existência.
Nenhum comentário:
Postar um comentário