Sinto e julgo
não o outro
este acolho
respeito.
Recolho-me a insignificância do meu ser
e remonto os tormentos que outrora cometi
as ilusões amorosas
as mãos que soltei.
Lembro e julgo
um martírio sem fim
desabo-me em ordinárias lágrimas.
Uma imagem e a mente voa
sente,
culpa
destoa a alegria da ideia que sua existência trás.
Escondo
e desprezo por mim
não é desamor,
é (dis)sabor de rever quem fui.
Revolto-me comigo mesma
Não basta
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