
Não há procedimentos viáveis para instituir sanidade a ninguém.
Não há exibição suficiente para se chegar onde quer.
As vias estão condicionando ao blazê.
O que se propõe nem sempre é aceito
O que é aceito certamente não foi por opção
Às vezes as palavras fogem
Às vezes fogem-se das palavras.
Até que ponto o não Ser não é?
Até que ponto você acredita nele?
Até que ponto ele acredita em você?
Até que ponto estes pontos vão suceder?
Cabelos crescem e não se percebe
Cabelos caem e logo se vê
Desilusões a fora
Imóveis e dores de cabeça
Cabeças que se desprendem,
Ora num vazio total
Ora cheias demais.
Sem apoio pros braços
Sem apoio pras mãos
Perdeu-se o chão abaixo dos pés
E não há mais teto acima da cabeça.
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