terça-feira, 7 de junho de 2011

Inquietude

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEifJkOSA6LYukMCSxlX2tSnqTq34tD7T7YWyHbnc50rQNxbswuAHdJdtE15BePdJBR_05_MW1y0uOBkY5rIqu8usbXbEo4Da5JYVV3AuHVdmIuBXex9z1fgexUh9_bFPo4cr9SzSitT0BTX/s1600/Famosos.jpg
Não há procedimentos viáveis para instituir sanidade a ninguém.
Não há exibição suficiente para se chegar onde quer.
As vias estão condicionando ao blazê.

O que se propõe nem sempre é aceito
O que é aceito certamente não foi por opção
Às vezes as palavras fogem
Às vezes fogem-se das palavras.

Até que ponto o não Ser não é?
Até que ponto você acredita nele?
Até que ponto ele acredita em você?
Até que ponto estes pontos vão suceder?

Cabelos crescem e não se percebe
Cabelos caem e logo se vê
Desilusões a fora
Imóveis e dores de cabeça
Cabeças que se desprendem,
Ora num vazio total
Ora cheias demais.

Sem apoio pros braços
Sem apoio pras mãos
Perdeu-se o chão abaixo dos pés
E não há mais teto acima da cabeça.

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