A gente se perde
No tempo
No espaço
No presente.
Tempo que com sua boca enorme e voraz devora...
Ele devora tudo à sua frente
E as coisas se perdem no tempo do espaço presente.
Lembranças ficam guardadas
Casas devastadas
Sonhos de devoção.
Vínculos inexistentes
O espaço é assombroso
Resta-lhe esperar, esperar.
Desenhos soltos que se misturam à realidade
É tudo tão estranhamente familiar.
Papéis em branco
Cores submersas
Pássaros à nadar
Peixes à voar.
Imagens distintas
Imagens fingidas
Café salgado
Água Amarga.
Nenhum comentário:
Postar um comentário